
sexta-feira, 16 de março de 2007
A cena do carro (Take 1)
(Jesse) – No, wait, you just said you need to love and be loved.(Celine) – Yeah, but when I do, it quickly makes me nauseous. It’s a disaster. I mean, I’m really happy only when I’m on my own. Even being alone, it’s better than sitting next to a lover and feeling lonely. It’s not so easy for me to be a romantic. You start off that way, and after you’ve been screwed over a few times, you forget about your delusional ideas and you take what comes into your life. That’s not even true. I haven’t been screwed over, I’ve just had too many blah relationships. They were not mean, they cared for me, but there were no real connection or excitement. At least not from my side.
Before Sunset, de Richard Linklater (2004)
Desconhecidos
Durante o processo de conhecimento mútuo, tudo isso vai sendo inevitavelmente delapidado, moldado e, com sorte, reajustado.
quinta-feira, 15 de março de 2007
Ever tried. Ever failed. No matter. Try again. Fail again. Fail better.
terça-feira, 13 de março de 2007
A melhor frase cinematográfica de sempre*
segunda-feira, 12 de março de 2007
Antropologia cultural: do Dandy ao Bambi
O séc. XXI [português] brindou-nos, contudo, e cada vez mais, com o homem-Bambi. Desprovidos de qualquer galanteria e sobretudo de elegância, imaturos e infantilizados, estes homens estão, ainda e sempre, agarrados às mamãs, dependentes das mamãs, a viverem com as mamãs até muito depois dos trinta.
Paris, je t'aime
Este fim-de-semana voltei a Paris, pela mão de Gus Van Sant, Walter Salles, Wes Craven, de tantos outros. Um belo filme, em que, mais do que os dezoito “pequenos romances de bairro”, a verdadeira protagonista é ela, a ville lumiére: a Paris do nosso encanto.
Gostei particularmente das histórias do Walter Salles, do Gus Van Sant e da segunda história, no Quai de Seine, entre o rapaz e a muçulmana. Não gostei muito da protagonizada pelos lindos olhinhos do Elijah Wood, meio Drácula de Bram Stocker meio Sin City.
Pais e filhos
- Gonçalo, não lamba a cadeira que não vale a pena.
sexta-feira, 9 de março de 2007
Erro de simpatia (2)
Como alguém dizia, temos todo o direito de sermos cínicos depois de termos sido ingénuos.
Erro de simpatia
quinta-feira, 8 de março de 2007
8 de Março de 1857
Mas este dia não deixa de ser importante como facto histórico e social:
Neste dia, no ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher".
Jogos com fronteiras
Pela mão de Alice
- Que tipo de pessoas é que aqui vivem?- Nesta direcção – informou o Gato, apontando com a mão direita – vive um Chapeleiro. E naquela direcção – (apontando com a mão esquerda) – mora uma Lebre de Março. Podes visitar aquele que quiseres, são ambos loucos.
- Mas eu não quero andar entre gente louca – protestou Alice.
- Oh, não há nada a fazer – disse o Gato – Aqui somos todos loucos. Eu sou doido e tu também.
- Como é que sabes que eu sou doida? – perguntou Alice.
- Deves ser – respondeu o Gato, – senão não tinhas vindo cá parar.
quarta-feira, 7 de março de 2007
Metafísica II
Metafísica I
Inteligência artificial
terça-feira, 6 de março de 2007
Da série: Ódios de estimação (2)
(sinónimos, por vezes)
Ganhar Khalo
Tradução literal
Assim terminavam, formalmente, as cartas inglesas de há dois séculos atrás. É uma pena que em português não seja usada a expressão de remate epistolar: gostava de um dia escrever “Sinceramente tua”.
Estado de sítio
Quanto a mim, vai fazer-me (muita) falta o eco de identificação, neste momento.
Resta-me o livro.
segunda-feira, 5 de março de 2007
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
Só para homens

(Winona Ryder)
a graciosidade,

(Rania da Jordânia)
a elegância de um porte,

(Julie Delpy)
a luminosidade de um olhar,

(Grace Kelly)
a correcção de um rosto,
O eterno Verão
Irrita-me um bocadinho esta cultura climática que se tem vindo a impor (muito subsidiária das marcas internacionais de “moda democratizada”, rainhas do franchising) em que, em pleno Inverno, quanto maior a quantidade de pele exposta, melhor, porque também maior (supostamente) a carga sensual do conjunto.As mulheres (jovens) devem vestir a menor quantidade de roupa possível, sobretudo nos códigos de vestuário da sociabilidade nocturna, seja de que natureza for.
E mesmo de dia: em Janeiro, vejo passar adolescentes a caminho da escola secundária, com a barriga à mostra e a aguentarem, estoicamente, os 6 graus matutinos, envergando somente um blusão justo (que observa cuidadosamente as regras do justo-e-curto para permitir o vislumbre do decote – adeus golas altas!), desprezando, alegremente, o risco da pneumonia e o empecilho de um casaco comprido (que, claro, aqueceria muito mais, mas não deixa o rabo convenientemente exposto à apreciação de terceiros, o que seria, isso sim, uma chatice). Nas Queimas das Fitas é vê-las desfilar em top’s de alças (exactamente como num dia de Agosto, com a pequena diferença de serem ao ar livre, em noites frias e chuvosas de Maio).
Lema: gaja que quer estar vestida (despida) à altura do acontecimento, rapa frio nas estações frias do ano, ponto final.
Ora bem: nem o aquecimento global é assim tão dramático que tenha tornado Portugal num clima tropical de eterno Verão, nem, com a tal história do clima temperado, as casas e demais espaços interiores estão assim tão bem aquecidos, como todos sabemos.
É, portanto, um espectáculo desconcertante para o espectador atento ver o desequilíbrio dos pares, no que à indumentária diz respeito: as festas, os bares, os restaurantes, estão repletos de homens confortáveis, invejavelmente vestidos com blusões e/ou camisolas de manga comprida, não raro de malha, e mulheres a tiritar de frio com um único casaco de Inverno a cobrir um qualquer trapo (mínimo) de cetim ou algodão de manga à cava. Como se estivessem 28 graus centígrados, quando, na realidade, estão uns 7 graus à noite.
Claro que, quem não quer seguir a ditadura, tem bom remédio. Mas isso é fácil de dizer. Esta ditadura (porque é de ditadura da moda que se trata) tem-se acentuado nos últimos anos, e para a qual muito têm contribuído os mostradores das tais grandes lojas, que praticamente só oferecem blusas finíssimas, sem mangas e sem costas, em todas as colecções de Outono/Inverno – as peças de roupa que há uns dez anos atrás estariam apenas nas colecções primaveris. De tal modo, que se torna difícil conciliar o vestuário “bonito” com o “confortável e quente” quando se quer fugir aos padrões da roupa de dia, “de trabalho”. Até porque o frio e o ser-se friorento, são ideias que se associam cada vez mais à ideia de velho, bafiento, e o que está na moda é ser-se novo, cheio de saúde, logo, encalorado.
Não admira, portanto, que haja por aí muita garota a rir despropositadamente à noite: são os esgares de enregelamento. Não duvidem.
Um certo azedume
Daqui.
Tagarelar ancestral
Escuto o rumor do hospital, as puericultoras, as outras mães, a minha própria educação, as frases das revistas ilustradas, o ruído de fundo da psicologia: a minha fibra maternal. Aquilo a que chamam o instinto, feito de ditados e de provérbios, de testemunhos e de conselhos: um tagarelar ancestral.
Marie Darrieussecq, “Le Bébé”
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Cartilha de Bruni

“Quando eu era manequim sentia falta de uma atmosfera mais criativa, ou seja, nessa altura era apenas um objecto, não participava no processo criativo. Essa parte ficava nas mãos dos fotógrafos e produtores – até os maquilhadores tinham mais influência do que eu.”
“Penso que não era suposto a vida humana durar tanto tempo como dura actualmente, devido aos avanços da medicina. Em tempos, quando se morria aos 30/35 anos, seria mais fácil manter uma relação longa, mas, se morremos aos 89, já é diferente. (…) Provavelmente não teremos apenas uma, mas sim duas ou três relações duradouras ao longo da vida.”
“Those dancing days are gone”
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
O cair das máscaras
Há um conhecido blogger, controverso, provocador, acutilante. Por detrás dos posts e do template, resume-se ao sexo masculino, à Grande Lisboa, aos 34 anos, ao modesto 1, 72 m. Chubby (o mais surpreendente, e não pela negativa).
[Prerrogativas. Às vezes, sem querer, priva-se com a “alta-roda” da blogoesfera portuguesa. E há dissonâncias entre imagens e realidade.]
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
Alexandre O'Neill
Kit de sobrevivência II
Admit impediments. Love is not love
Which alters when it alteration finds,
Or bends with the remover to remove:
O no! it is an ever-fixed mark
That looks on tempests and is never shaken;
It is the star to every wandering bark,
Whose worth's unknown, although his height be taken.
Love's not Time's fool, though rosy lips and cheeks
Within his bending sickle's compass come:
Love alters not with his brief hours and weeks,
But bears it out even to the edge of doom.
If this be error and upon me proved,
I never writ, nor no man ever loved.
William Shakespeare (1564 – 1616), Soneto 116
Kit de sobrevivência I
Sintonia
O Livro do Meio
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
Nos últimos dias
Nome
Referendo (3)
Referendo (2)
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
Paliativos de Austen

Não é o Dr. House, é Mr. Palmer.
E há alturas, estou convicta, em que o único remédio é mesmo o regresso à velha Jane, e as reconfortantes heroínas de sempre e respectivas provações (não o cliché do Mr. Darcy, for heaven’s sake).
Convoquemos, pois, exércitos (bem preparados e aguerridos) de Mariannes Dashwoods e as duras lições aprendidas com os Wiloughbys deste mundo (“But not enough. Not enough.”). Chamemos a nós hostes de Eleanors, com tácticas militares de estóica perseverança perante os enredos mais caprichosos desta vida; armemo-nos de perspicácia irónica e wise wit de Elizas Bennetts para defrontarmos as Misses Bingleys e Lucys Steels do mundo. Ataquemos, beligerantes, com trincheiras de Annes Elliots e dos seus oito anos de persuadida separação de Cmte. Wentworth, e também, porque não?, do ânimo bem humorado (todo o exército precisa de levantar a moral) de Emmas Woodhouses, enredadas em danças e contradanças de pares amorosos.
Deveres cívicos
Esperemos que valha a pena, desta vez.
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
As alíneas da derrota precoce
Um amigo explicou-nos o porquê dos homens, hoje em dia, não abordarem com facilidade uma mulher bonita:
a) porque imaginam de imediato que já estará comprometida;
b) porque fantasiam hordas de admiradores, logo, a ferocidade da competição inter pares (eventualmente muito desigual à partida);
c) porque não acreditam que estão à sua altura e que a rejeição será o desfecho mais provável.
Em suma, a cobardia-sangue-aguado no seu melhor.
Sinal invertido (ou: da perenidade dos clássicos infantis)
Sobrevalorização II
Sobrevalorização I
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
These Boots Are Made For Walkin'

Já assim cantava Nancy Sinatra, em Fevereiro, mas de 1966.
You keep saying you got something for me
Something you call love but confess
You've been a'messin' where you shouldn't 've been a'messin'
And now someone else is getting all your best
Well, these boots are made for walking,
and that's just what they'll do
One of these days these boots are gonna walk all over you
You keep lyin' when you oughta be truthin'
You keep losing when you oughta not bet
You keep samin' when you oughta be a'changin'
What's right is right but you ain't been right yet
These boots are made for walking, and that's just what they'll do
One of these days these boots are gonna walk all over you
You keep playing where you shouldn't be playing
And you keep thinking that you'll never get burnt (HAH)
Well, I've just found me a brand new box of matches (YEAH)
And what he knows you ain't had time to learn
These boots are made for walking, and that's just what they'll do
One of these days these boots are gonna walk all over you
Are you ready, boots?
Start walkin'
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
One more time,
Dos efeitos colaterais de um centenário de uma república
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
Silêncio, o espectáculo vai começar
A ver passar navios
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
Clarice Lispector
Babel

Soberbo. Não quero saber de críticas(os). Soberbo. Uma história que toca quatro continentes (apesar de a história do Japão estar ali um bocado inserida a martelo, ainda que singular na sua abordagem contrastante do mundo de surdos-mudos no universo bulicioso de Tóquio). Por outro lado, conta com as participações do Gael García Bernal e do Brad Pitt. Mais valias significativas.
Existir
Selecção natural das espécies
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
Memória selectiva
If
If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you;
If you can trust yourself when all men doubt you,
But make allowance for their doubting too:
If you can wait and not be tired by waiting,
Or, being lied about, don't deal in lies,
Or being hated don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise;
If you can dream - and not make dreams your master;
If you can think - and not make thoughts your aim,
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two impostors just the same:
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build'em up with worn-out tools;
If you can make one heap of all your winnings
And risk it on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings,
And never breathe a word about your loss:
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: "Hold on!"
If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with Kings - nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you,
If all men count with you, but none too much:
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that's in it,
And - which is more - you'll be a Man, my son!
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
Geração Gato
Sintomatologia do stress
Pequenos prazeres
Numa hora imprevista.
Gostar. Bastante.
Perscrutar o preço nas prateleiras, não encontrar.
Olhar de novo para a capa e ter a agradável surpresa de ser um Preço Azul. Nem hesitar em metê-lo dentro do cesto. Com capa dobrada e tudo.
Pequenas coisas (pequenos prazeres) que nos enchem o dia. Não a vida, mas o dia, que é muito mais importante.
Tudo, condensado num livrinho de capa preta, das edições ASA, colecção (precisamente) "Pequenos Prazeres".
Mai nada!!
Em Espanha, depois do fumo e da sesta, querem proibir a magreza das mulheres. Sou, como é óbvio, contra. Gosto de mulheres magras. De preferência, muito magras. Se possível, majestaticamente magras e curvilíneas. Contradição? Nem por isso. As curvas não têm nada a ver com o peso. Existem ou não existem. São um dote natural. Uma mulher sinuosa, magra ou gorda, é sempre uma mulher sinuosa. A magreza apenas realça ainda mais as curvas que já ostenta. Ao contrário, uma mulher sem curvas, por mais que amplie a massa corporal, está condenada a viver sem curvas. A gordura nunca se acomoda onde faz falta. A sua distribuição pelo corpo é dos fenómenos mais grosseiros da natureza. A gordura é infame. Assalta o pescoço, os braços, a cintura, os tornozelos, os pés. Deixa a mulher pesada e (afinal) sem forma.Por mais que tentem impingir às pessoas que o que interessa é o interior, a verdade é esta: em primeiro lugar, mulher magra e curvilínea; em segundo, exequo, mulher generosa e curvilínea e mulher magra e aplanada; último lugar: mulher gorda.
A gerência da Feira das Vaidades agradece esta tomada de posição corajosa e viril.
terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Grandes portugueses
Mea culpa
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
Saldos
- Já não há.
ou
- Não serve.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Por detrás dos posts
Autor do post: Quando chegou a minha vez, não houve grande espaço para dúvidas, apesar de me ter esquecido (estupidamente) do terceiro por momentos:
1. Otto e Mezzo (Fellini)
2. Rebel Without a Cause (Ray)
3. A Bout de Souffle (Godard)
Mas o que realmente interessa, e o resto é cinema, é que no sítio onde estavamos, eu ficaria com a miúda feia que se veste como um rapaz, e o meu amigo que disse o filme do Kevin Costner iria sacar, sem qualquer dúvida, um avião, senão mesmo a melhor miúda de todas.
Comentador 1: Nao sejas tao pessimista. Ha muitos avioes a ver fellinis!
Coment. 2: Ao menos era uma miúda feia vestida à rapaz mas com bom gosto.Por outro lado, se a miúda-avião falasse primeiro e dissesse que tinha uma grande paixão pelo Kevin Costner eu ainda ia a tempo de mentir descaradamente e dizer muito bem do Waterworld e dos dez filmes sobre baseball que o homem protagonizou.
Autor: Eu não mentiria tanto. Diria provavelmente com ar de quem sabe que o Kevin Costner foi responsável por alguns "épicos"...
Coment. 3: Míuda feia? Desde quando é que a Jean Seberg é feia? Ou, no que diz respeito aos outros filmes, a Natalie Wood, a Claudia Cardinale ou a Anouk Aimée? Nenhuma destas é feia. Têm todas charme e elegância!Aliás, a primeira vez que vi o À Bout de Souffle saí da sala perdidamente apaixonado pela Jean Seberg!
Autor: Duarte, isso são as miúdas que aparecem nos filmes... miúdas feias são as que na realidade gostam do fellini, e as bonitas do costner. Get it?
Coment. 3: Hum.. De facto li o post um pouco à pressa e a indignação fez o resto. Enfim.. também há miúdas engraçadas a ver esses filmes. Não têm de ser todas comunas pseudo intelectuais com buço.
Coment. 4: Good point.
Autor: Eu por acaso conheço uma.
Comentadora do sexo feminino: (...) Apesar de tudo fica aqui registado o meu protesto contra o duplo preconceito: uma mulher bonita não tem capacidade critica ou estética e um homem cujo ponto forte é a cabeça só consegue impressionar "a miúda feia que se veste como um rapaz". Mas, na dúvida, dou-lhe o benefício, o problema pode bem ser do quorum dessa noite.
Masculinidade e bom senso
"Menina e moça"
Por desflorar, pronto. Como se de uma flor, ah e tal, se tratasse.
Doença profissional
Agora que já não são exclusivas de operárias indiferenciadas com tarefas manuais repetitivas, é capaz de a moda pegar e tudo.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Toponímia
Manual de boas técnicas de triagem afectiva
Como ser intelectual, usava a antipatia natural como filtro das abordagens femininas.
Ímans
(Aqueles cujos frigoríficos estão isentos de cor além da original... não é que não sejam deste mundo. Terão talvez a vida tão vazia quanto a porta dos seus frigoríficos.)
Da série: Ódios de estimação
(Mais lamechas que os indiferentes, ainda mais execráveis que os cínicos.)
Mulher
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
Encontros
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Pérolas (a porcos)
Passamos os dias a tentar ser assépticos. A conter a ira porque socialmente reprovada, a esconder a ambição porque pecaminosa, a disfarçar a luxúria e os amores porque a exposição de sentimentos é coisa de gente mal ensinada. Medimos palavras e gestos, contemos gritos e inibimo-nos de fazer voar objectos que se dispõe em tom de afronta.Passamos metade da vida a procurar sentimentos, sensações e sentidos e outra metade a mergulhá-los na indiferença. Até nos tornarmos assépticos, estéreis. Adequados para uso hospitalar.
Melhor não teria eu dito.





















