
domingo, 25 de julho de 2010
Eh pá e tal, sim senhor.
Os homens, para mim, são sempre um insondável mistério, quando não são monolíticos monstros insensíveis (não me venham cá com coisas, que eles é que me fazem vê-los assim, quem me dera conhecer algum que me fizesse pensar o contrário).
Mas, finalmente, algumas coisas que eu queria saber estão aqui. Eis um estilo de escrita na medida exacta (e até ver). Da afectividade sem implicar lamechice, algo masculino sem ser Neanderthal, e (até) com alguns rasgos de elegância na escrita.
Gostei deste blogue e vou passar a lê-lo com atenção.
sábado, 24 de julho de 2010
Sintomas de privação
Há questões do foro pessoal que são importantes para o País. Porque, se eu estou aborrecida, isso afecta a minha produtividade e a rentabilidade do meu trabalho, o que, mais cedo ou mais tarde, tem consequências na economia nacional. E o efeito-borboleta e essas coisas todas.
Isto é. De que serve um bom bronzeado e vestidos bonitos, se os jovens homens que trabalham no edifício do meu trabalho estão de férias e não estão lá para me admirarem, de cada vez que nos cruzamos no elevador ou na rua?
É o mesmo que aquela questão: se uma árvore cai numa floresta densa e ninguém a ouve cair, houve som? Houve ruído? Ou não?
Isto de termos admiradores (não tão secretos quanto isso), não haja dúvidas, é como a espiral de escalada da droga, estou certa de que qualquer rapariga concorda comigo. Uma pessoa habitua-se a ter uns quantos, e depois quer mais e depois já não passa sem eles.
Uma maçada.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
In your face, menina da cidade
Alguém sabe onde fica Mões? Eu também não sabia. Distrito de Viseu, perto de Castro Daire. No Portugal profundo. Daquele do melhor, que, no mínimo, dava um interessantíssimo estudo sociológico. Só sei que, pelo segundo ano consecutivo, estive lá, com todo o gosto.
Também estive em Óbidos. Também é bom, noutra escala. Continuo a preferir Mões. Mões é que é. Mões rulezzz. Logo a seguir a NY, está Mões.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
O sexo e a universidade
"Um gajo entra lá ao engano. Todos te dizem que vai ser só gajas e afinal é tudo mentira."
(Um amigo meu desabafa, vários anos depois.)
(Um amigo meu desabafa, vários anos depois.)
terça-feira, 20 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Como testar o seu italiano
Io Sono L'Amore (2009), de Luca Guadagnino, com Tilda Swinton.É experimentando ver este filme sem rede. Que é como quem diz, sem legendas. Porque foi assim que mo arranjaram e não fui vê-lo ao cinema.
Falado integralmente em italiano, com uma ou duas frases ocasionais em inglês. E em russo (o que não ajuda grande coisa).
Mas o que eu queria realmente dizer é que é soberbo. Só tenho mesmo uma palavra para ele: soberbo.
(E, como eu já disse aqui uma vez, é sempre bom rever a Itália. Que saudades.)
domingo, 18 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Um post muito herético
Eu penso que, quando disse “Deixai vir a mim as criancinhas”, Cristo não acautelou a ocorrência de livres interpretações. Nomeadamente, sobre representações da sua imagem.
É que não deixa de ser divertido ouvir miúdos a dissertar:
“É aquele senhor de barbas, cabelo comprido e túnicas largas.”
“E sandálias de comunista.”
“Pois é. [Pausa] Jesus era um bocado hippie.”
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Tomara que caia
I am so over you
Há coisas que, quando acabam, nos dão uma sensação de plenitude espiritual e de saciedade física. (Toda a gente sabe.)
E outras coisas há, na vida, que, quando acabam, são um verdadeiro, um incomensurável alívio. De certa forma, também quase orgástico.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
O Benfica enquanto plataforma (possível) de comunicação
Eu não ligo absolutamente nada a futebol. Mas se tiver que simpatizar com algum clube é com o Benfica. Até porque dá muito jeito.
Como quando estive na Alemanha, e um simpatiquíssimo casal de emigrantes de Pombal me deu boleia do aeroporto até à estação dos comboios de Estugarda.
Assim que entrei no BMW deles e reparei que estava ricamente decorado com bonequinhos do Benfica e almofadinhas bordadas a ponto cruz com motivos da águia benfiquista, percebi logo que tinha ali um manancial inesgotável de temas para falar.
Assim, quando já tínhamos esgotado todos os tópicos de conversa de circunstância sobre os sistemas de saúde e de segurança social alemães e portugueses, respirei fundo e lancei o repto, com uma frase que nunca na vida pensei que alguma vez iria proferir:
- Então e o nosso Benfica?
quarta-feira, 14 de julho de 2010
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