quinta-feira, 22 de julho de 2010
In your face, menina da cidade
quarta-feira, 21 de julho de 2010
O sexo e a universidade
(Um amigo meu desabafa, vários anos depois.)
terça-feira, 20 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Como testar o seu italiano
Io Sono L'Amore (2009), de Luca Guadagnino, com Tilda Swinton.domingo, 18 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Um post muito herético
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Tomara que caia
I am so over you
quinta-feira, 15 de julho de 2010
O Benfica enquanto plataforma (possível) de comunicação
- Então e o nosso Benfica?
quarta-feira, 14 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
(Teaser)
Váginas Amarelas. Vá pelos seus dedos.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Dos olhos baixos até ao beijo


I want some more
A grande virtude da natureza humana é ao mesmo tempo o seu mais esmagador dilema. É este de querermos sempre mais. A permanente insatisfação, a inquietude, o desassossego.
Depois de alcançada uma etapa, um estádio da vida, irrompemos para outro.
Estamos sossegados nos 9 meses de vida intra-uterina, e algo nos empurra para fora. Estamos um ano no berço ou no colo e não descansamos enquanto não damos os primeiros passos.
E por aí fora. Numa espécie de sucessão insana de pequenas teses-antíteses-sínteses hegelianas.
Queremos sempre um pouco mais. Reféns desta condição. E é por ela que estamos vivos. Queremos sempre um pouco mais.
Não há lógica
domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Paixão e um mundo melhor
Com humor e verdades acutilantes, com exemplos de coragem e histórias verídicas, eis um vídeo que me despertou hoje de pensamentos minúsculos e de minúsculas contrariedades e situações da vida pessoal, para recordar que há coisas no Mundo realmente importantes.
Via Alice in my head. Obrigada, Ecila.
Expect too much

Mansfield Park, Cap. V, de Jane Austen
Via Team Jane
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Um filme
Rabbit-Proof Fence (2002), de Phillip Noyce.quinta-feira, 8 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Erro fatal
terça-feira, 6 de julho de 2010
A praia é, antes de mais, uma experiência sensorial
segunda-feira, 5 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
Tudo em família
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Tráfego emocional
(Calma, lá chegará o dia em que falarei de trânsito intestinal, mas ainda não é hoje.)quinta-feira, 1 de julho de 2010
Apologia das magras
Quando me vejo no meio de um gineceu generoso em camadas adiposas sinto-me sempre uma marginal, uma outsider, uma traidora da fisionomia tradicional feminina e da boa imagem ancestral de fertilidade. Estou no limbo. Enfim, uma proscrita entre elas.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
É quase como vender a alma ao diabo
Amar tem contrapartidas, todos o sabemos.terça-feira, 29 de junho de 2010
Simetria
Quando se é perfeccionista incorrigível e um bocado control freak, tem-se imensa dificuldade em aceitar as incongruências da vida. Tais como uma boa parte do nosso percurso depender do puro acaso e, muitas das vezes, dos erros.La famiglia

segunda-feira, 28 de junho de 2010
Anti-clímax
domingo, 27 de junho de 2010
Existencialismo e dança oriental clássica

Olha, esta menina dança (quase) tão bem como eu
sábado, 26 de junho de 2010
Da intemporalidade
Uma princesa persa do século XVII, Arjumand Banu Begam, casou-se com Shah Jahan, imperador mongol. Shah Jahan, que recebeu todo o seu apoio e afecto em várias circunstâncias, e que a adorou em vida, ficou devastadíssimo com a sua morte. Encomendou então o mais belo túmulo que alguma vez havia sido erguido, e desenhou ele próprio o projecto, para homenagear para sempre a mulher da sua vida. Mesmo (ou sobretudo) depois de 14 filhos e quase vinte anos de vida em comum.sexta-feira, 25 de junho de 2010
Testosterona de luxo #11
Os suecos, por outro lado
Uma vez, um sueco disse-me que tinha estado no Porto. Quando lhe perguntei se tinha gostado, respondeu-me que tinha achado a cidade“muito comunista”.quinta-feira, 24 de junho de 2010
Prazeres fonéticos
deleites inexplicáveis.
ásperos que parecem ter estranhos laivos de idiomas asiáticos, que
parecem vir directamente e sem qualquer evolução da dos antigos
bárbaros vikingues e outros grupos tribais do Norte gelado. Uma língua
tão agreste que contrasta com a sofisticação do seu povo. E que,
apesar de indecifrável, proporciona um puro gozo auditivo.
Ora reparem:
Prazeres fonéticos (Preâmbulo)

A Suécia tem muita coisa boa. A comida não é uma delas.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Não, nunca morre
Poder de síntese
À maneira dos ritmos sazonais oitocentistas
Ao longo do ano, e ao contrário do que agora é vigente (talvez por causa da praia e das festas de Verão), a sua vida social seguia mais ou menos a tendência da que antigamente era a da alta burguesia e da aristocracia do século dezanove.

























