sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Sweet taste of Ireland (9)
Na Idade Média é que a malta se sabia divertir à grande, pá. Bebia-se muito e bem, e havia muitos folguedos (adoro esta palavra).
Tam pro papa quam pro rege bibunt omnes sine lege. Bibit hera, bibit herus, bibit miles, bibit clerus, bibit ille, bibit illa, bibit servus cum ancilla, bibit velox, bibit piger, bibit albus, bibit niger, bibit constans, bibit vagus, bibit rudis, bibit magus, Bibit pauper et aegrotus, bibit exul et ignotus, bibit puer, bibit canus, bibit praesul et decanus, bibit soror, bibit frater, bibit anus, bibit mater, bibit ista, bibit ille, bibunt centum, bibunt mille.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Sweet taste of Ireland (6)
Não têm tanta necessidade de manifestarem a virilidade em todo o lado, nas ruas, nos cafés, nas esplanadas, ou simplesmente quando se cruzam com uma mulher numa tarde de Verão, como os latinos fazem.
Não têm o irritante hábito cultural do olhar prolongado do macho lusitano (e dos homens do Magreb, que são parecidos), um olhar fixo, de tarado, transbordando de baba.
Penso que os irlandeses são assim devido àquela questão da herança cultural celta, o matriarcado, o culto da Deusa-Mãe, o poder da fertilidade e da capacidade de gerar vida, blá blá blá e essas tretas todas que se aprendem lendo “As Brumas de Avalon” na adolescência, mas isto já são as minhas teorias idiotas.
Sweet taste of Ireland (5)
E agora, um pouco de National Geographic:
Na costa sudeste da Irlanda é possível encontrarem-se alguns espécimes masculinos esteticamente muito razoáveis. Não é nada de cair para o lado como na Escandinávia, e há muitos ruivos sardentos, mas, ainda assim, bem melhor do que no extremo oeste da Península Ibérica (o que não é difícil).
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Sweet taste of Ireland (4)
Sweet taste of Ireland (3)
Sweet taste of Ireland (2)
E eu sei que tenho leitores na Irlanda, portanto, se eu disser alguma coisa mal, façam o favor de me corrigirem severamente.
Sweet taste of Ireland
domingo, 1 de agosto de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Eh pá e tal, sim senhor.
sábado, 24 de julho de 2010
Sintomas de privação
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
In your face, menina da cidade
quarta-feira, 21 de julho de 2010
O sexo e a universidade
(Um amigo meu desabafa, vários anos depois.)
terça-feira, 20 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Como testar o seu italiano
Io Sono L'Amore (2009), de Luca Guadagnino, com Tilda Swinton.domingo, 18 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Um post muito herético
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Tomara que caia
I am so over you
quinta-feira, 15 de julho de 2010
O Benfica enquanto plataforma (possível) de comunicação
- Então e o nosso Benfica?
quarta-feira, 14 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
(Teaser)
Váginas Amarelas. Vá pelos seus dedos.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Dos olhos baixos até ao beijo


I want some more
A grande virtude da natureza humana é ao mesmo tempo o seu mais esmagador dilema. É este de querermos sempre mais. A permanente insatisfação, a inquietude, o desassossego.
Depois de alcançada uma etapa, um estádio da vida, irrompemos para outro.
Estamos sossegados nos 9 meses de vida intra-uterina, e algo nos empurra para fora. Estamos um ano no berço ou no colo e não descansamos enquanto não damos os primeiros passos.
E por aí fora. Numa espécie de sucessão insana de pequenas teses-antíteses-sínteses hegelianas.
Queremos sempre um pouco mais. Reféns desta condição. E é por ela que estamos vivos. Queremos sempre um pouco mais.
Não há lógica
domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Paixão e um mundo melhor
Com humor e verdades acutilantes, com exemplos de coragem e histórias verídicas, eis um vídeo que me despertou hoje de pensamentos minúsculos e de minúsculas contrariedades e situações da vida pessoal, para recordar que há coisas no Mundo realmente importantes.
Via Alice in my head. Obrigada, Ecila.
Expect too much

Mansfield Park, Cap. V, de Jane Austen
Via Team Jane
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Um filme
Rabbit-Proof Fence (2002), de Phillip Noyce.


















