Certas ocasiões, mais ou menos solenes, talvez não sejam os momentos mais adequados para um lapsus linguae. O que torna tudo mais hilariante é que acontece precisamente às pessoas mais pudicas.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Travesti
Um pouco na sequência do post anterior: estou em choque. Uma pessoa que conheço utilizava correcta e regularmente um aparentemente fiável método contraceptivo de uso bastante generalizado e, que diacho!, está grávida.
Digo-vos, há espermatozóides que não são gâmetas: são o Mafarrico himself, travestido de célula sexual.
Digo-vos, há espermatozóides que não são gâmetas: são o Mafarrico himself, travestido de célula sexual.
Darwinismo feminino
Monica Belluci, aos 44.
Rachida Dati, aos 42.
Penelope Cruz, aos 36.
Ouvi dizer há dias, por uma profissional de saúde, que a idade reprodutora ideal para uma mulher é por volta dos 25 anos, quando estão reunidas todas as condições biológicas para se gerar um filho. Porque, certamente, a Natureza é autista e está-se nas tintas para contratos de trabalho a termo certo ou para o preço das consultas de pediatria.
Como boa rapariga das ciências sociais que sou, puxo a corda do outro lado. Que é, basicamente: a biologia que se foda. Os contextos socio-económicos (e culturais, também, porque não) sempre foram muito mais determinantes do que meros impulsos fisiológicos.
Há todo um novo darwinismo emergente: a maioria dos organismos femininos (para não dizer quase todos) vão simplesmente ter que se adaptar aos novos tempos e ritmos sociais, e a principal fase de fertilidade desliza para a faixa dos 34-45 anos. Remark my words. Tal e qual como aconteceu com a obsolescência dos dentes do siso.
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Semear para (muito) mais tarde colher
Há quem aprenda na escola da vida. Eu ando a aprender talvez com o Borda d'Água da vida.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
We could have had it all
Ironicamente, a música da Adele tem esta particularidade de costumar
passar na rádio nos momentos-chave.
Obrigada, Adele.
passar na rádio nos momentos-chave.
Obrigada, Adele.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
O outro lado do calçadão


Eu sou sempre parcial no que diz respeito ao Brasil (porque não gosto do país e as empatias - ou a falta delas - não se explicam, são irracionais. Pronto).
Mas, caramba, é só impressão minha ou o célebre "calçadão" do Rio de Janeiro é tão bonito de um lado (o mar, a baía, o areal, os morros ao fundo, as palmeiras) e do outro é tão horrível, com um amontoado amorfo e cinzento de prédios em cima da praia, que desfiguram completamente a paisagem, um verdadeiro atentado paisagístico?
No entanto, nunca ouvi ninguém falar deste assunto que tanto me inquieta. De facto, se eu olhar só para o lado direito destas fotos (Ipanema e Leblon, neste caso), parece-me a marginal de Quarteira ou da Vieira de Leiria, valha-nos Deus.
Mas, caramba, é só impressão minha ou o célebre "calçadão" do Rio de Janeiro é tão bonito de um lado (o mar, a baía, o areal, os morros ao fundo, as palmeiras) e do outro é tão horrível, com um amontoado amorfo e cinzento de prédios em cima da praia, que desfiguram completamente a paisagem, um verdadeiro atentado paisagístico?
No entanto, nunca ouvi ninguém falar deste assunto que tanto me inquieta. De facto, se eu olhar só para o lado direito destas fotos (Ipanema e Leblon, neste caso), parece-me a marginal de Quarteira ou da Vieira de Leiria, valha-nos Deus.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Carolina Beatriz

Carolina Beatriz Ângelo concluiu o seu curso de Medicina em 1902 (!), e foi a primeira mulher a votar em Portugal (e na Europa, se excluirmos os países nórdicos). Ainda que, logo no ano seguinte, se tomassem previdências para que tal facto não se repetisse mais... ela votou, alegando, que era "chefe de família", uma vez que era viúva.
Mulheres com nomes bonitos fazem coisas extraordinárias. E as outras também.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Love & affection

“I NEVER, NEVER spent such an evening! MY DEAREST DEAREST DEAR Albert… his excessive love & affection gave me feelings of heavenly love & happiness I never could have hoped to have felt before! He clasped me in his arms, & we kissed each other again & again!”
Diário da jovem rainha Victoria, em 1840, no dia seguinte ao da sua noite de núpcias.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)






















