Dificilmente considero qualquer evento social português digno de nota, e sobretudo em termos de moda ou de estilo, uma vez que a saloiada nacional atinge por vezes dimensões insuperáveis, senão mesmo inimagináveis, quer a nível de roupa quer a nível de quem a usa.
No entanto, este ano (e, como se pode ver, muito tardiamente), concedi alguma atenção ao que se passou nessa desgraça mediática que são os Globos de Ouro.
O resultado foram três vestidos (e respectivos looks), os únicos que considero merecedores de atenção e que se destacam em termos de grande elegância.
São eles o refinadíssimo BCBG da Sónia Balacó, o fabuloso Carolina Herrera da Sofia Carvalho, e o sublime estilo ballerina da Maria João Bastos.









Monica Belluci, aos 44.
Rachida Dati, aos 42.



























Ora bem, em alguns países árabes, não será preciso burka, mas uma saia comprida ou uma écharpe a cobrir os ombros nunca fizeram mal a ninguém, e ninguém morre se usar roupas mais sóbrias durante uma semana. Nunca me canso de dizer que a discrição é fundamental em viagem. Poupa muitos dissabores, choques culturais e... até assaltos. Mas isto sou eu, pronto.









