terça-feira, 23 de agosto de 2011

O elemento água, sempre presente em Estocolmo








Esta maravilhosa cidade é, na verdade, um conjunto enorme de ilhas interligadas, com canais tão limpos que é possível nadar e fazer praia em algumas zonas.



Aliás, toda a Suécia está tão limpa e organizada que eu creio mesmo que nem existem as palavras "poluição" ou "sujidade" em sueco. Meus amigos, aquilo é um país por onde passou uma gigantesca mão cheia de Sonasol e ficou tudo a brilhar e desinfectadinho.



PS: perdoem-me a má qualidade das fotos, sem técnica nenhuma e muito atabalhoadas, mas eu realmente sou inversamente proporcional à qualidade da minha máquina. Pronto.

De como o Vomidrine se pode tornar no nosso melhor amigo em Estocolmo










Eu precisava de espairecer






Há quem vá ver o mar para espairecer. Eu também vou ver o mar, mas em Estocolmo.







(Atenção, que o que se segue nas próximas semanas são, entre outros disparates que para aqui destilo, vários – eu diria bastantes, até, - posts sobre os suecos, Estocolmo e a Suécia em geral. Portanto, o melhor é voltarem aqui ao blog lá para 2012.)

Pequenos prazeres

Começar um período de férias com uma volta pela Baixa, compras no Chiado, um gelado delicioso no Santini (que, ainda assim, não supera a Emanha da Figueira, até porque não está à beira mar) e encontrar numa loja e-xac-ta-men-te o que se procurava há meses e já não se esperava encontrar. Gozar, de passagem, um pouco do sol e calor lisboetas, antes de partir para paragens mais frias. E saber que no dia seguinte as aventuras, passeios e descobertas vão realmente começar.

Arriverdeci Roma




Audrey Hepburn e Gregory Peck, na escadaria da Praça de Espanha, Roma, nas filmagens de "Roman Holiday" (1953).

Aforismo do desencanto

O verdadeiro problema, hoje em dia, é que os homens maus e estúpidos estão sempre cheios de prosápia, e os homens bons e inteligentes estão sempre cheios de dúvidas.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Sai do quadro de referências

[E eu saí.]






Bons companheiros de viagem




Um prazer, pelo menos, lhe estava garantido: o de ter bons companheiros de viagem, saudáveis e empreendedores para suportar os pequenos contratempos, bem humorados para realçar todos os prazeres e afectuosos e inteligentes de modo a sugerirem novas distracções, caso deparassem com decepções no caminho.”





Jane Austen, “Pride and Prejudice”.

Só há dois tipos de homens heterossexuais

Os que, nas mulheres, gostam mais de apreciar mamas e os que preferem apreciar os rabos delas. Pessoalmente, prefiro os primeiros.

A um passo




sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Autos-de-fé

Tentar converter pessoas intrinsecamente más (seja por influência, persuasão ou transmissão de bons exemplos) é coisa da mais vã inutilidade. O tempo das conversões é coisa de cristãos-novos do século XVI. O que fazia falta a muito boa gente (má) eram uns autozinhos-de-fé à boa maneira antiga.

Les petits mouchoirs
















Les petits mouchoirs (2010), de Guillaume Canet.

Frivolidades – Parte n.º 21547

Ando em êxtase. Finalmente, consegui decidir-me a comprar uns óculos de sol estilo rétro, muito parecidos aos que a Isabelli Fontana usa na fota acima, mas da El Caballo (vá lá, não troquem b's por r's como um amigo meu costuma fazer). Não sabia que a El Caballo também tinha gafas. Gosto muito da palavra gafas. Aliás, o castelhano é um idioma que tem vocábulos a que frequentemente acho muita piada.
Não contente com esta aquisição, adquiri igualmente uns clássicos Wayfarer, aos quais já andava a fazer a corte há bastante tempo. Já tenho os óculos das estrelas de Hollywood, portanto.
É ou não um bom motivo para andar a cantarolar o dia inteiro “Os meus óculos de sol, uh, uh…”? Bem, talvez não seja.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Marés vivas (vivíssimas)










("Meu, quase parecia um resort caribenho.")










Breve nota pessoal: os Nadadores Salvadores da Praia da Rocha Baixinha, perto da Falésia, Vilamoura, no Algarve, são uma classe profissional muito louvável e que eu muito respeito, pelo enorme esmero e profissionalismo com que desempenham as suas nobilíssimas funções, e, sobretudo, pelos elevados padrões de beleza física que consubstanciam, os quais, de ano para ano, aumentam e se traduzem em:



1) rostos muito agradáveis;



2) rabos fabulosamente aprazíveis;



3) e peitorais extasiantes.



Bom trabalho, rapazes.





(E os meus cumprimentos à malta do recrutamento de pessoal do empreeendimento que gere Vilamoura.)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Acredita






Isto está inscrito em latim num mural de Pompeia. A tal que foi engolida pela lava de um enfurecido Vesúvio. Tem mais de dois mil anos. Uma frase assim só pode revestir-se de sabedoria, para além do inevitável bom senso. Quanto mais não seja pela ancestralidade.



terça-feira, 16 de agosto de 2011

Capri(chos)












Ontem sonhei com Capri. Isto só pode querer dizer alguma coisa.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

I have a dream





O lema de Luther King (ou dos Abba, se quisermos ir pela onda mais disco e mais prosaica) aplicado a devaneios pessoais.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Coisas pequenas



E hoje foi dia de sol, de calor e de almoço tranquilo à beira-rio. Tão bom.

Saciedade de consumo












À saída de uma conhecida loja de roupa cara, em Lisboa, uma senhora (que ia muito carregada com sacos de compras) diz para quem estava a acompanhá-la: “Paciência, depois poupa-se na comida!”.
Fantástico. Esta senhora, sem o saber, comprova empiricamente que Weber e a teoria da relação entre a ética protestante e o capitalismo não estão ultrapassados. E, tal como ela, muitos portugueses que não têm aquela moral espartana, racional, comedida, sóbria, têm as suas prioridades todas trocadas. Essencialmente, em função de um estilo de vida de aparências, de manifestações exteriores de riqueza que não existe e em ostentação que se banha em dívidas. (Ainda dizem que Weber está ultrapassado. Não, meus amigos. Ah, Weber está vivo e bem vivo, como o Elvis.)
Fez-me lembrar aquela tira muito gira da Mafalda, do Quino, sobre a sociedade de consumo, e sobre quando é que se atingiria a saciedade do consumo. Pelos vistos, nunca. Pois se até se pode cortar na comida, o que, assim como assim, até ajuda à dieta e tudo.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Super Bock









Há vários anos que admiro a publicidade da Super Bock. É incrível como, a partir de uma mensagem tão simples e de imagens muito simples do produto, a imaginação e a imensa criatividade fazem tudo o resto. Quando penso que já não há muito mais para inventarem, a cada época do ano vêm com novas ideias, quase sempre temáticas, quase sempre associadas à sazonalidade. E ocorre-me sempre: é tão simples, como é que nunca pensei nisto antes? Brilhante.