Pitlochry, uma cidadezinha bonita e muito pitoresca, a norte de Edimburgo. (Depois das cinco da tarde, já não há ninguém nas ruas e as lojas estão todas fechadas. Amorosa...)
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Um caso de amor
O meu caso de amor com a Escócia é um caso sério. E nem sequer é um amor à primeira vista, porque muito antes de eu a conhecer já eu a adorava. Acho que desde que me conheço. Não sei explicar. O amor não se explica.
Pitlochry, uma cidadezinha bonita e muito pitoresca, a norte de Edimburgo. (Depois das cinco da tarde, já não há ninguém nas ruas e as lojas estão todas fechadas. Amorosa...)
Pitlochry, uma cidadezinha bonita e muito pitoresca, a norte de Edimburgo. (Depois das cinco da tarde, já não há ninguém nas ruas e as lojas estão todas fechadas. Amorosa...)
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Do Uruguai, com amor (3)
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Segunda oportunidade
La vie d'une autre (A vida de uma outra mulher) (2012), de Sylvie Testud.
Um filme simples e bonito sobre as segundas oportunidades na vida. Sobre a possibilidade de repensarmos a vida que vamos construindo, aquilo que queríamos e que queremos para nós, as escolhas que vamos fazendo, aquilo em que nos vamos tornando. Sobre segundas oportunidades, que são preciosas, porque a vida nem sempre se encarrega de as trazer. Juliette Binoche está, como sempre, muito próxima da perfeição.
Um filme simples e bonito sobre as segundas oportunidades na vida. Sobre a possibilidade de repensarmos a vida que vamos construindo, aquilo que queríamos e que queremos para nós, as escolhas que vamos fazendo, aquilo em que nos vamos tornando. Sobre segundas oportunidades, que são preciosas, porque a vida nem sempre se encarrega de as trazer. Juliette Binoche está, como sempre, muito próxima da perfeição.
A coisa que ela tem na cabeça
Não sei que lhe chame, chapéu? toucado? acessório de cabelo? Só sei que quero um igual para cerimónias. Minimalista, original, futurista, elegantíssimo. Quero esta coisa que ela tem na cabeça.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
O país mais romântico do mundo
O Tiago Salazar, que me parece um grande amante da Escócia, tal como eu, escreveu no seu "Viagens Sentimentais":
«O castelo de Inverlochy aparece entre colunas de troncos, depois de uma fiada de casinhas graciosas, silencioso como um túmulo. A brisa agita as folhas e por todo o lado o vento faz estragos e ruídos. Foi então que vi sair um fio de fumo por uma chaminé e atrás de uma janela maior do que um portão, um homem e uma mulher, sentados a uma mesa, iluminados apenas pelo tremeluzir das velas de um candelabro, olhando-se demoradamente com uma ternura cúmplice e antiga. Nessa altura, se dúvidas houvesse, sei que este é o país mais romântico do mundo.»
E eu não poderia estar mais de acordo com o Tiago.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Léxico
Quando eu era pequena, havia todo um léxico que hoje está obsoleto.
Ainda se ouvia palavras como:
"Folhetins", "Bigoudis", "Reclames".
Não foi assim há tanto tempo.
Tarde de chuva
Ontem à tarde, era domingo, estava a chover, fazia muito vento e lá fora estava muito escuro. A conjugação de factores perfeita para ver este dvd que tinha comprado na sexta. Enquanto não vejo o Blue Jasmine.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Retratos da população masculina: o caso do ciclismo e do surf
(O título é pretensioso q.b., mas as ideias são simples e claras como a água, como podem ver.)
Após vários anos de observação (não participante) atenta, concluo que andar de bicicleta tornou-se, essencialmente, um desporto de homens velhos e feios.
Já o surf é um desporto muito belo mas com uma crescente aura de decadência: foi tomado de assalto por iniciantes que são homens trintões, que, na adolescência, foram cromos e agora querem parecer muito cool.
Lisboa: uma das cidades mais desonestas do mundo (no país do Artur Semedo)
Deparei-me hoje com Lisboa no destaque de uma notícia curiosa do The Telegraph. Ora isto não costuma acontecer por boas razões. E, realmente, não eram boas razões. Trata-se de uma das cidades mais desonestas do mundo. E explicam: jornalistas americanos fizeram uma experiência em várias cidades do mundo com carteiras "perdidas" (propositadamente) para ver se alguém as devolvia. A Finlândia foi o país onde as carteiras foram todas devolvidas (um país escandinavo, what else is new?). Em Portugal, ou melhor, em Lisboa, só UMA foi devolvida (por um casal... holandês). A experiência envolvia outras cidades como Budapeste, Mumbai e Nova Iorque: independentemente do rigor desta experiência jornalística, isto talvez dê que pensar.
É bastante conhecida a tendência que muitos portugueses têm de encontrar coisinhas perdidas e de se apropriarem logo delas, e de se orgulharem disso. Isto explica o que aconteceu no Inverno passado quando deixei cair uma (uma só!) luva na rua (e nem sequer foi no chão de Lisboa). Passados menos de 10 minutos voltei ao local, e a luva, que era boa e em pele, tinha desaparecido. Nem sequer foi entregue num dos cafés ou restaurantes das redondezas, nada. Foi levada por algum Artur Semedo desta vida. E eu pergunto: o que é que alguém faz com uma só luva desirmanada? Pois. Lá está. Somos um país um bocadinho desonesto (e, pelos vistos, um país de manetas).
É bastante conhecida a tendência que muitos portugueses têm de encontrar coisinhas perdidas e de se apropriarem logo delas, e de se orgulharem disso. Isto explica o que aconteceu no Inverno passado quando deixei cair uma (uma só!) luva na rua (e nem sequer foi no chão de Lisboa). Passados menos de 10 minutos voltei ao local, e a luva, que era boa e em pele, tinha desaparecido. Nem sequer foi entregue num dos cafés ou restaurantes das redondezas, nada. Foi levada por algum Artur Semedo desta vida. E eu pergunto: o que é que alguém faz com uma só luva desirmanada? Pois. Lá está. Somos um país um bocadinho desonesto (e, pelos vistos, um país de manetas).
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Autárquicas
Relativamente às autárquicas tenho apenas o seguinte comentário a fazer: as pessoas que dizem "Cambras" em vez de "Câmaras", deviam ser proibidas de votar ou de se candidatarem. Just a thought.
Do Uruguai, com amor (2)
O mundo é tão grande, e tão vasto, e tão cheio de gente. E há tanta, mas tanta gente. Nós é que caímos sempre na armadilha de pensar que não, embrenhados que estamos nos nossos dias de 24 horas (por muito intensas que sejam), circunscritos aos nossos limites geográficos quotidianos (por muito amplos que sejam), a movimentarmo-nos nos mesmos círculos sociais de família, amigos, colegas (por muito numerosos que sejam). Como alguém dizia, é tão bom experimentar realmente a vastidão do mundo. Para quebrar paradigmas. E ver que há muito mais gente. Há sempre muito, mas muito mais gente para conhecer. Felizmente.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
O sono über alles
Eu gosto de fazer uma coisa que está completamente fora de moda hoje em dia, e sobre a qual ninguém gosta de falar: eu gosto de dormir bem. Aí umas oito horas. Ou nove, vá. E gosto de me deitar cedo (o que é terrivelmente antiquado, até mesmo entre as crianças).
Porque hoje em dia, ninguém dorme. É moda. O que é fixe é ficar a consumir séries atrás de séries até às 4h da manhã e levantar às 8h para ir trabalhar, sem ganir. (Eu não faço isto, portanto, entre os meus amigos sou uma proscrita, e nunca estou a par das séries da moda, não passo longas horas da madrugada acompanhada pelo Game of Thrones ou a Modern Family ou The Walking Dead).
Bom. Adiante. Sou grande fã do sono de qualidade (e em quantidade também). E portanto sou fã de tudo o que tem a ver com esse universo do sono e dos sonhos: quartos aconchegantes, camas maravilhosas, colchões confortáveis, almofadas, lençóis, mantinhas, pantufas, roupões, tudo. E, claro, os pijamas, que são a minha perdição. Entre uma loja de roupa e uma loja de homewear, eu prefiro sempre ir a esta última. Nem que seja uma simples Oysho ou Women's Secret. Aliás, toda esta conversa para dizer que há dias entrei numa Oysho e eles têm uma colecção de Outono maravilhosa. Apetece comprar tudo (como sempre).
Porque hoje em dia, ninguém dorme. É moda. O que é fixe é ficar a consumir séries atrás de séries até às 4h da manhã e levantar às 8h para ir trabalhar, sem ganir. (Eu não faço isto, portanto, entre os meus amigos sou uma proscrita, e nunca estou a par das séries da moda, não passo longas horas da madrugada acompanhada pelo Game of Thrones ou a Modern Family ou The Walking Dead).
Bom. Adiante. Sou grande fã do sono de qualidade (e em quantidade também). E portanto sou fã de tudo o que tem a ver com esse universo do sono e dos sonhos: quartos aconchegantes, camas maravilhosas, colchões confortáveis, almofadas, lençóis, mantinhas, pantufas, roupões, tudo. E, claro, os pijamas, que são a minha perdição. Entre uma loja de roupa e uma loja de homewear, eu prefiro sempre ir a esta última. Nem que seja uma simples Oysho ou Women's Secret. Aliás, toda esta conversa para dizer que há dias entrei numa Oysho e eles têm uma colecção de Outono maravilhosa. Apetece comprar tudo (como sempre).
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Um dia a Primavera há-de chegar aqui
Parece que as coisas sossegaram na Turquia, mas é mais que certo que é um sossego temporário. Enquanto isso, por que não ler a escritora Elif Shafak.
sábado, 21 de setembro de 2013
O Verão segundo Slim Aarons (7)
Não serão as águas de Março, mas sim o sol de Roma, a fechar este Verão. (Mas é igualmente promessa de vida no coração.)
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Do Uruguai, com amor
Alguém sabe alguma coisa sobre o Uruguai? Pois, eu também não sabia. Aliás, só sabia rigorosamente quatro cositas y nada más. Isto é, sabia que: faz fronteira com o Brasil, a Sul; lá fala-se castelhano; a capital é Montevideu; e, nos anos 70, uma equipa de rugby uruguaia sofreu um acidente de avião na cordilheira dos Andes, e a história verídica dos sobreviventes inspirou um filme protagonizado pelo Ethan Hawke (do filme, escusado será dizer, só me lembro do Ethan Hawke... y nada más). Ora acontece que, agora, sei muchas más cosas sobre o Uruguai. Não vêm ao caso agora, mas sei muito mais coisas.
Em trânsito
As pessoas que se conseguem manter muito elegantes e cheias de estilo em viagens longas (e há muitas) são um mistério para mim. "Em viagem" entenda-se por "em trânsito", a efectiva deslocação em aviões, comboios, barcos, etc. Eu nunca consigo ser assim. Portanto, há muito decidi que, até ao destino final, privilegio o conforto em detrimento do charme. Quando chego ao destino, o caso muda de figura. Mas, até aí, ando ao melhor estilo "Refugiada albanesa libertada após 17 anos em cativeiro". I can't help it.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Bisteca
Uns amigos meus foram a Itália neste Verão. Pergunto, muito entusiasmada, a um deles do que é que gostou mais nesse país.
Ele pára, reflecte, sério, durante uns segundos, e eu, pensando que ele me vai responder alguma coisa sobre o tecto da Capela Sistina, os canais de Veneza ou o Duomo de Florença, oiço-o a responder:
- O que eu mais gostei foi de um bife que comi em Roma.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
To love is to suffer
"Natasha, to love is to suffer. To avoid suffering, one must not love. But, then one suffers from not loving. Therefore, to love is to suffer, not to love is to suffer, to suffer is to suffer. To be happy is to love, to be happy, then, is to suffer, but suffering makes one unhappy, therefore, to be unhappy one must love, or love to suffer, or suffer from too much happiness - I hope you're getting this down." Woody Allen, Love and Death (1975)
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Qualidade de vida
Muito me admira as pessoas que, durante o resto do ano, refilam tanto por terem que passar horas nas filas das Finanças. Mas afinal essas mesmas pessoas passam, de bom grado, horas à espera de lugar para estacionar o carro numa qualquer praia em Agosto, seja em Porto Côvo, em Albufeira ou em Carcavelos. Ou passam, de bom grado, horas à espera de vez na loja da Nespresso (essa porcaria de moda que se inventou para prender em casa as pessoas que podiam tomar café numa esplanada). As pessoas até podiam ter qualidade de vida. Mas inconscientemente escolhem não tê-la.
Homo homini lupus
Uma pessoa que pretenda estar (minimamente) atenta à actualidade nacional e internacional, depressa cai ou numa indiferença assustadora, pela força do hábito, ou então num choque permanente, que se vai convertendo numa sensação de peso do Mundo carregado às costas. Morreu mais uma bombeira nos incêndios florestais que se repetem todos os anos. Tinha 21 anos. As contas apresentadas ao FMI afinal estavam... "mal calculadas" (hã hã). Na Síria, anda um louco a matar o seu próprio povo com armas químicas. Provavelmente Tito Plauto estará mais actual que nunca.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Italiano sobre italiano
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
O (outro) Capitão Wentworth
Acho que eu era a última pessoa que ainda andava em negação sobre este assunto, mas agora está mesmo confirmado pelo próprio: é gay. Um colega meu mostrou-me a notícia com o sorrisinho malicioso de inveja com que todo o homem feio brinda este tipo de revelações acerca de homens bonitos. Snif.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
A (nem sempre fácil) virtude (da amizade)
O Easy Virtue, é, provavelmente, um dos filmes mais entediantes, monótonos e desinteressantes de todos os tempos (a Jessica Biel queixa-se de ter poucas oportunidades na carreira, e realmente aqui está bem patente essa triste realidade). Se levarmos meia dúzia de amigos a vê-lo (como eu insisti em fazê-lo, eu e a minha mania dos filmes de época), podem ter a certeza de que será um bom indicador da paciência e fidelidade desses amigos. Os meus, nesse dia, foram testados até ao limite, mas superaram a prova. Aparentemente, tenho excelentes amigos. Tanto, que este filme tornou-se uma espécie de anedota familiar, que conservámos até hoje.
As voltas que a vida dá
Na vida (como na ficção) não gosto de histórias lineares, boy meets girl-get married-have kids. São muito bonitinhas, mas são emocionalmente pobrezinhas. E há quase sempre qualquer coisa de monótono e de conformista nesses percursos. Gosto de histórias intrincadas, onde há inesperados encontros e inevitáveis desencontros. Onde o correr do tempo e as múltiplas experiências temperam e redimensionam os sentimentos e as perspectivas. E onde se abre, afinal, caminhos para imprevisíveis reencontros. Histórias assim. Tipo Pip e Estella. Mas, claro, em Dickens, com um bocadinho de sofrimento e muitas reviravoltas pelo meio, as coisas acabam quase sempre bem.
Jeremy Irvine e Holliday Grainger, em "Great Expectations" (2012), de Stephen Chbosky.
Jeremy Irvine e Holliday Grainger, em "Great Expectations" (2012), de Stephen Chbosky.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Verão
Um som: o das cigarras, a meio do dia.
Um sabor: o do peixe grelhado, com muito azeite.
Uma sensação: o calor do sol na pele.
Um cheiro: o dos pinheiros (e, inevitavelmente, o do protector solar, que nos precede, como uma sombra).
Uma cor: a do mar (claro).
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Un autre été
Gainsbourg e Birkin, em Cannes.
Gosto particularmente da forma como a leveza (e alvura) dela dominam toda a imagem, o modo como centraliza, com toda a naturalidade, as atenções de todos. E gosto, claro, do olhar de velho babado do Serge. A maturidade cansada, e algo vergada, simultaneamente hipnotizada e embevecida diante da graciosidade ofuscante da juventude.
Decadência
"Night train to Lisbon" (2013), com Jeremy Irons, Beatriz Batarda, Bruno Ganz e Nicolau Breyner.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Silly post

segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Ao nosso encontro
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Anacronismos
Na minha terra, ouve-se, todos os dias, a sirene dos bombeiros à uma da tarde. Nas ruas, ouve-se falar outras línguas estrangeiras quase tanto como o português. No meio do silêncio dos domingos, ainda se ouve a melodia melancólica do amolador. E, a cada três minutos, ouve-se um avião, já muito próximo da aterragem.
terça-feira, 30 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
Impressão
Acaba por ser raro eu passar por lojas chinesas, mas hoje fui comprar uma coisa a uma delas.. A loja atafulhada, pouca luz, o calor intenso, uma família chinesa com várias gerações ali dentro da loja, adultos, velhos, uma criança de colo, todos riem, em alegre algaraviada, a criança é o centro das atenções. O quadro era tão banal, e contudo tão forte, que, de repente, estamos em meados dos anos 90, em plena monção, e eu estou em Macau, há muita gente (sempre muita gente), há movimento, há energia, o ambiente é estranho mas agradável e cheio de vivacidade, e eu estranhamente sinto-me bem, sinto-me em casa, há um contentamento que me invade. Deixo a loja emocionada e, interiormente, agradeço em cantonês.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Cartilha de Petra
Namorou com o James Blunt, o que, só por si, dispensa comentários (o facto de ele lhe ter enfeitado a testa é insignificante ao pé de ela ter de ouvir aquela voz esganiçada e choramingona a cantar).
Anos antes, morreu-lhe um namorado na Tailândia, na tragédia do tsunami (recado para a Rhonda Byrne: isto é prova de que o Universo anda trocado, mais valia ela ter levado o James Blunt para a Tailândia).
Já esteve noiva de um outro indivíduo, e houve alguns tropeções no caminho atribulado que leva ao altar, pois romperam poucos meses antes do casamento.
Como se não bastasse, actualmente namora com o Sean Penn. Mas, como uma desgraça nunca vem só (nisto a Rhonda Byrne parece acertar), já é a segunda vez que namora com o Sean Penn.
Bom, tudo isto apenas para dizer que a rapariga, tem atribulações, mas diz umas coisas muitíssimo simples, e as coisas simples costumam ser as mais acertadas. Diz ela, numa entrevista, que duas pessoas podem ter origens muito diferentes, mas descobrir que caminham no mesmo sentido.
Isto é ridiculamente simples, mas tremendamente acertado. Boa sorte, Petra. A sério.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
A crise política e o enjôo de movimento: paradoxos
Soube da notícia da demissão do Portas no pára-arranca de final de tarde, numa auto-estrada, sentada no banco detrás do carro. O cenário pré-notícia não era promissor para mim: pára-arranca+banco detrás = enjôos e vómitos. De modo que, já estava eu munida de saquinho de plástico do vómito, agoniadíssima (e a pensar como é que iria dizer aos meus colegas que tinham de parar o carro porque eu ia vomitar), eis senão quando ouvimos na rádio a notícia. Ora, paradoxalmente, em vez de se agravarem, passaram-me logo os enjôos. Devo esta ao Portas.
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