quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Haverá coisa melhor que isto?


Melhor que ouvir Ella e Louis em Dezembro, só se for chegar a casa, depois de ter estado a trabalhar num feriado, tomar um banho quente e ver um clássico com a Audrey Hepburn.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Muro da vergonha


Assim era em Berlim, agora é no "mural" de certas pessoas.

Opções estético-filosóficas de uma brunette convicta



Não era o meu estimado Soren Kierkegaard que, no seu existencialismo solipcista, dizia que o Estágio Estético era o primeiro e o mais básico da existência, marcado pelo "desejo" como móbil de actuação e de pensamento, e o qual não nos levava a nenhum nível de realização pessoal? E que o ser humano só se superaria e redimiria após passar pelo Estágio Ético, atingindo por fim, e só com muita abnegação, o Estágio Religioso, onde reside a solução existencial?...
Era, pois.
Mas, certamente, Kierkegaard nunca teve umas calças brancas básicas para conjugar com um top de cortar a respiração.

Hey sweet man


Hey Sweet Man, por Madeleine Peyroux.

Ela chama:


Hey sweet man. Who you give your lovin' to? Hey momma's child,
Ain't you been waitin' for me?


E alguém lhe responde:


Hey sweet woman. Ain't no man that love you
Hold on, pretty momma
Someday he'll be searchin' too

Well we need some lovin'
We need it oh-so-bad



Cause it's bad lovin', momma
It's the only thing we ever had

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Metáfora da trave

Fazia lembrar uma ginasta de alta competição.
Exímia nos movimentos. Isometria e perfeição. Todo o gesto articulado, corpo anguloso, numa precisão milimétrica. Sem lugar para um passo em falso. A um tempo, forte e frágil. O corpo, uma haste flexível.
Rigidez: a expressão facial fechada, na tentativa de superação de si mesma. Cabelo severamente aprisionado em elásticos e ganchos. As mãos ressequidas, mergulhadas em pó. A adiada feminilidade concentrada na maquilhagem exagerada. Fato justo e reduzido: invólucro brilhante para um pequeno corpo musculado, deformado, peito liso – o corpo como tela das opções de uma vida; uma escolha vincada no corpo.
Na excelência, o seu auge é breve. Aos vinte anos será velha. A trave estreita (demasiado estreita) é o palco do seu equilíbrio acrobático e precário.

Tive um flashback (não foi um déja vu)

domingo, 5 de dezembro de 2010

Testosterona de luxo #19

Fabio Cannavaro

Está frio, Ella

O frio e a voz de veludo da Ella são indissociáveis:


sábado, 4 de dezembro de 2010

Natal n.º 5

Mil vezes um golpe de misericórdia

em vez de um slow fade.

Rid of me

PJ Harvey

Há, seguramente, quinze anos que não ouvia isto. E, subitamente, faz todo o sentido.

Das pessoas que se regeneram



Sandra Bullock, actriz norte-americana, aos 45. O marido traiu-a, divorciou-se, ganhou um Óscar, adoptou uma criança.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Bela forma de estimular a economia nacional

Parece que consta que o Pedro Passos Coelho não vai dar presentes de Natal às filhas, este ano. Eu acho bem, pá. Quem tem o ordenado mínimo e assim tem de poupar. Isso dos presentes de Natal é para os ricos.

Nesta casa não se guardam rancores



Só estou a pensar em mandar imprimir em tamanho real a foto de uma determinada pessoa...

Elogios

Os elogios são meras validações externas daquilo que já suspeitávamos há muito.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

É oficial:

continuamos a ter estádios de futebol a mais, e oportunidades para os aproveitar a menos.

Uggs

A propósito deste post da Luna, tenho a dizer que usar estas botas não é abdicar de ter estilo. E digo já que não há ninguém que tenha um apreço mais elevado por sapatos de salto alto do que eu.

Porém, tal como a Giselle Bündchen (uma mulher alta) comprova, mas também, por exemplo, a Eva Longoria (uma mulher baixa), as Uggs são giras, quentes e confortáveis. Ou seja, cumprem cabalmente o propósito do calçado para Invernos muito rigorosos. Sobretudo, quando neva.

E nenhuma tentativa de contra-argumentar é válida. Sobretudo aquela de os homens acharem que é um calçado desinteressante ou pouco sexy. Os homens… Se, ao longo da História, as mulheres tivessem tido sempre em consideração o que os homens pensam, ainda hoje nenhuma de nós votava ou tinha ido à escola, caramba.

TPC


Por muito que nos esforcemos, ninguém consegue (sobre)viver sem esperança durante muito tempo.

A esperança é uma espécie de combustível para andarmos para a frente.

Melhor ainda: é uma energia renovável. Ciclicamente renovável (um exercício para trabalho de casa).

Moi non plus

Serge Gainsbourg e Jane Birkin nos anos sessenta.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010